Uma Aula Sobre Descarte de Resíduos

Os resíduos gerados em serviços de saúde possuem altas chances de estarem contaminados. Por isso, dar o destino adequado a eles garante que o meio ambiente não seja infectado e que não haja riscos à saúde humana.

 Para que o descarte de Resíduos Sólidos de Serviços de Saúde (RSS) seja feito corretamente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou normas para o acondicionamento e tratamento dos lixos gerados por estabelecimentos de saúde. Para isso, destiná-los de acordo com as determinações indicativas do grupo do qual fazem parte é de suma importância. Entenda essa classificação abaixo e aprenda tudo sobre o descarte de resíduos.

 

Classificação e descarte de resíduos

A Resolução RDC nº 33 da Anvisa consiste em um regulamento técnico sobre como gerenciar os resíduos provenientes dos serviços de saúde. Nela, há uma classificação dos RSS de acordo com a composição e as características de cada um deles, bem como a orientação para manuseá-los de forma segura. Confira as especificações abaixo:

 

Grupo A

O Grupo A é composto por resíduos potencialmente infectantes, ou seja, que podem conter agentes biológicos que apresentam riscos à saúde humana, como bolsas de sangue. Uma forma de destinação desse tipo de RSS é a desativação eletrotérmica, que consiste em uma trituração destes resíduos e, depois, uma exposição a um campo elétrico. Assim, os microrganismos se aquecem e sofrem um processo considerado de alta desinfecção.

 

Grupo B

Os resíduos químicos compõem o Grupo B e apresentam riscos à saúde pública e ao meio ambiente. Enquadram-se nessa classificação medicamentos vencidos, produtos químicos, termômetros, entre outros. O descarte de resíduos do Grupo B deve ser feito em um Aterro Sanitário Industrial para Resíduos Perigosos – Classe I. Já os líquidos, podem ser descartados em esgoto sanitário com tratamento, enquanto as embalagens devem ser separadas como resíduo sólido urbano.

 

Grupo C

No Grupo C estão os rejeitos radioativos, que são quaisquer materiais que contenham radionuclídeos em quantidades superiores aos limites indicados pela Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). É necessário armazená-los em condições adequadas para que ocorra o decaimento dos elementos radioativos para que, então, atinja níveis que permitam ser descartados como rejeitos não radioativos.

 

Grupo D

Os resíduos que não se encaixam em nenhuma outra classificação, como restos alimentares e resíduos sanitários, são lixos comuns e fazem parte do Grupo D. Eles devem ser destinados a um aterro sanitário. Além disso, esses rejeitos podem ser separados e encaminhados para reciclagem.

 

Grupo E

O Grupo E é composto por materiais perfurocortantes, como agulhas, escalpes, lâminas de bisturis, entre outros. Depois de usados, eles devem ser colocados na caixa de descarte fechada e destinados a um Aterro Sanitário.

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