Tudo o que você precisa saber sobre a gripe

Apesar de parecer uma doença comum e de baixo risco, a gripe é responsável por elevadas taxas de hospitalização todos os anos, principalmente com idosos, crianças, gestantes e pessoas com doenças crônicas.

Nesse artigo, vamos tirar algumas dúvidas recorrentes sobre a doença e derrubar alguns mitos sobre ela.

A gripe ou influenza, é uma infecção aguda do sistema respiratório que possui um grande potencial de transmissão e é causada pelo vírus influenza.

 

No Brasil, circulam três tipos de vírus influenza: A, B e C. O tipo C é o mais brando deles e não causa nenhum impacto na saúde pública, já que é detectado com menos frequência e geralmente causa infecções mais leves.

Diferente do tipo C, os vírus A e B devem ter mais atenção e cuidado, principalmente pelas variações que eles passam todos os anos, o que acaba causando novas epidemias.

Essas variações constantes são o principal dificultador para o controle da doença, pois a população não reconhece o vírus como uma doença que teve anteriormente, e acaba adoecendo novamente.

 

Além da vacina contra a gripe, alguns cuidados são necessários tanto para você não contrair o vírus, quanto para não ajudar a disseminá-lo caso esteja doente. São eles:

  • Higienizar as mãos, principalmente antes de consumir alimentos
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca
  • Higienizar as mãos após tossir ou espirrar
  • Manter os ambientes ventilados
  • Ter hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada e nutritiva
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos ou copos
  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal
  • Evitar contato direto com pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença.

 

É muito comum vermos mitos sendo criados na internet. O último deles foi sobre a circulação de um novo vírus influenza mais potente que o H1N1 e que seria altamente letal. Mas não se preocupe, a informação sobre o tal H2N3 é falsa.

O que aconteceu de fato foi um surto nos Estados Unidos do vírus H3N2, em que pessoas morreram em decorrência da infecção. Esse vírus sofreu uma mutação que acabou fazendo com que a vacina não tivesse efeito. Consequentemente, muitas pessoas que estariam imunizadas pela vacina acabaram contraindo a doença, que se espalhou rapidamente.

Outro grande mito sobre o assunto é de que a vacina da gripe causa gripe. Isso também é uma informação falsa!

A vacina é composta de vírus mortos. O que pode acontecer com a pessoa que recebe a dose da vacina é o surgimento de alguns sintomas da gripe, como mal-estar e febre, mas essa é uma resposta imunológica do organismo, e que acontece com apenas 5% das pessoas imunizadas. Portanto, se você ainda tinha dúvidas, pode ficar tranquilo: tomar a vacina da gripe é seguro.

  

A gripe inicialmente tem como sintomas febre, em geral acima de 38°C, seguida de dores musculares e de garganta, cefaleia e tosse seca.

Com a sua progressão, os sintomas respiratórios se tornam mais evidentes e se mantêm em geral de 3 a 4 dias, após o desaparecimento da febre.

Se não tratada, ela pode trazer complicações graves, como pneumonia e infarto, fatais para o grupo de risco da doença.

 

Até o momento, a melhor forma de se proteger contra a gripe é através da vacina. Todos os anos o governo realiza uma grande campanha de vacinação algumas semanas antes de começar o inverno, período que somos mais expostos ao vírus.

É necessário tomar todos os anos a vacina pois, como falamos anteriormente, o vírus da gripe sofre mutações e a vacina do ano anterior não tem mais efeito após 10 ou 11 meses. Quem define a composição da vacina é a OMS, que reúne e analisa informações de laboratórios de todo o mundo. Nesse ano, os tipos de vírus incluídos na dose do Brasil são o H1N1, H3N2 e o influenza do tipo B Yamagata.

 

Por mais que muitos possam achar simples e inofensiva, a gripe é uma doença séria e que mata mais de 650 mil pessoas todos os anos, segundo levantamento da OMS. Mas para nossa sorte o seu combate é simples, basta se imunizar por meio da vacina. Entretanto, é preciso que todos se informem sobre a sua importância e não caiam em mitos.

 

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