Dispositivos de Segurança em Outros Países

Em 1999, surgiu o primeiro relatório de peso sobre a segurança hospitalar. Desde então, a situação passou por uma ótica mais abrangente e com métodos e sugestões mais eficientes.

A partir daí, hospitais adotaram medidas para minimizar os riscos de eventos adversos e eliminar os índices de mortes por essas causas.

Saiba tudo sobre os dispositivos de segurança em outros países e entenda como as instituições priorizam a segurança dos pacientes e profissionais.

 

 

Preceitos de segurança do paciente pelo mundo

A segurança do paciente é um dos seis atributos da qualidade do cuidado e, aos poucos, tem adquirido grande importância em todo o mundo. Ainda é uma questão pouco discutida, e os eventos adversos (incidente com dano), em sua grande maioria, não são investigados, relatados e, tampouco, analisados.

No entanto, é importante frisar que os incidentes ocorrem por falhas sistêmicas, e não por falha individual. Por isso, a Organização Mundial da Saúde (OMS) demonstrou interesse e preocupação acerca do assunto, criando a World Alliance for Patient Safety (Aliança Mundial pela Segurança do Paciente).

O principal objetivo dela é organizar os conceitos e definições sobre segurança do paciente e, dessa forma, propor medidas para diminuir os riscos e reduzir os eventos adversos.

 

Incidentes com dano grave nos EUA e ao redor do mundo

Tanto nos EUA quanto ao redor do mundo, milhões de pacientes sofrem incidentes graves quando recebem cuidados de saúde, todos eles evitáveis.

Os primeiros estudos na área surgiram em 1999, com a publicação do relatório “Errar é Humano: Construindo um sistema de saúde mais seguro. Ele faz o relato de 98 mil óbitos anuais por eventos adversos preveníveis nos EUA.

A partir de então, a imposição para aumentar a segurança do paciente tem crescido de forma contínua em todo o mundo. No ano de 2008, outros estudos identificaram 180 mil mortes por ano. Contudo, com o desenvolvimento de uma metodologia que visa a identificação de eventos adversos mais eficiente, os trabalhos relataram 210 mil óbitos preveníveis em 2011.

Hoje em dia, estima-se 420 mil mortes anuais por danos evitáveis somente nos EUA.

 

Principais dificuldades que os países enfrentam para implementar medidas de segurança

Os países desenvolvidos, nos últimos 15 anos, tiveram avanços significativos na implantação de práticas de segurança em algumas áreas. Tiveram progressos no número de diminuição de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (IRAS), mas não o bastante.

Hoje em dia, existem inúmeras metas para infecções que são relacionadas à assistência à saúde. No entanto, em muitos hospitais dos países desenvolvidos o movimento relacionado à segurança do paciente ainda não chegou ou ainda não é eficaz.

Em outros hospitais, por sua vez, a segurança é prioridade. Por isso, nessas instituições é possível identificar o trabalho em equipe multidisciplinar que reduz a incidência de IRAS.

Entre as principais dificuldades, destacamos a mudança de cultura dos profissionais de saúde. É preciso, então, criar uma cultura mais justa com a responsabilidade e sem punição. Essa mudança, além de tudo, deve colocar a segurança do paciente em primeiro lugar.

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