Contaminação por perfurocortante: os prejuízos causados ao estabelecimento de saúde

Contaminação por perfurocortante: os prejuízos causados ao estabelecimento de saúde

Contaminação por perfurocortante: os prejuízos causados ao estabelecimento de saúde

Atualmente, os acidentes que envolvem materiais biológicos contaminados são os mais relatados pelos profissionais que atuam na área de saúde. Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que ocorrem aproximadamente 3 milhões de acidentes percutâneos com agulhas infectadas todos os anos. Mesmo diante desse número expressivo, deve-se dizer que essa estatística pode estar abaixo do valor real, já que muitos incidentes dessa natureza ainda não são notificados e nem contabilizados de maneira correta.

Essa frequente exposição aos agentes biológicos é alarmante, já que a contaminação transmitida pelo sangue e outros fluidos corpóreos são as que mais representam riscos aos profissionais da área de saúde. Dados do Centers For Disease Control and Prevention apontam que o risco de infecção nesses casos é de 1 em 3 para Hepatite B, 1 em 30 para Hepatite C e 1 em 300 para HIV. Ainda que sejam as doenças mais temidas, existem mais de 20 outros tipos de microorganismos patogênicos transmitidos por acidentes com perfurocortantes que podem acarretar em lesões físicas, psicológicas e até sociais.

Para entender melhor a gravidade dessas situações e porque se deve atuar na prevenção desses acidentes, nesse post você vai descobrir como a contaminação por perfurocortante pode causar danos irreversíveis aos profissionais e quais são os prejuízos causados ao estabelecimento de saúde.

Acidentes com perfurocortantes trazem prejuízos financeiros

Muitas instituição de saúde ainda relutam em adotar os materiais equipados com dispositivos de segurança por acharem que possuem um custo elevado. Contudo, o que eles não consideram é que os acidentes com perfurocortantes tem um impacto financeiro muito maior do que o investimento necessário para implementar esses equipamentos. Isso porque, quando um profissional sofre algum tipo de contaminação, o local onde ele ocorreu é responsável por todo o seu tratamento, desde a realização de exames médicos, passando pelo acompanhamento profissional, até o uso de medicamentos para prevenção e contenção da doença.

Além disso, nesse tipo de situação, há o descumprimento de normas trabalhistas, o que pode acarretar em processos e no pagamento de indenizações aos funcionários.

Funcionários contaminados podem ficar inaptos ao trabalho

O risco de contrair alguma infecção após sofrer um acidente ocupacional é relativo e está sujeito a diferentes fatores, como o tipo de acidente, a gravidade da lesão, o volume de material contaminado, entre outros. Contudo, existe uma série de procedimentos que devem ser seguidos, independentemente da gravidade do acidente, após esse tipo de ocorrência que geram transtornos emocionais e de ansiedade nos profissionais contaminados.

Assim, ainda que não haja uma contaminação comprovada, essa situação pode levar ao afastamento do profissional envolvido e gerar um desfalque na equipe do hospital, que além de arcar com os custos de tratamento e indenizações, terá gastos para substituir o funcionário.

O risco de contaminação cria um ambiente instável

As instituições de saúde que não tomam as medidas de prevenção necessárias para garantir a segurança de seus funcionários criam um ambiente instável de trabalho, em que os profissionais trabalham inseguros, pois sabem dos riscos aos quais estão sujeitos. Isso pode interferir diretamente na imagem do estabelecimento, no fluxo de atendimentos e na dinâmica de trabalho.

Se você deseja afastar todos os prejuízos que podem ser causados ao seu estabelecimento e evitar a contaminação de profissionais, conheça as soluções da Sol Millennium, que são referência em segurança e praticidade para diferentes instituições de saúde!

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