7 Principais dúvidas de quem deseja adquirir seringas e agulhas de segurança

7 principais dúvidas de quem deseja adquirir seringas e agulhas de segurança

7 Principais dúvidas de quem deseja adquirir seringas e agulhas de segurança

Desde 2008, quando entrou em vigor a NR-32, o Ministério do Trabalho regulamentou o programa que prevê a substituição de materiais perfurocortantes por equipamentos com dispositivos de segurança, assim como a necessidade de capacitação dos trabalhadores da área de saúde sobre o uso correto desses materiais. Contudo, apesar da obrigatoriedade, muitas instituições de saúde ainda não se adaptaram aos novos modelos da norma e sentem dificuldades para adotar as medidas e os equipamentos adequados para evitar danos à integridade física e emocional dos profissionais e dos pacientes.

Por isso, você verá neste artigo quais são as 7 principais dúvidas de quem deseja adquirir seringas e agulhas de segurança e saber como esses produtos podem representar uma grande melhoria nos serviços de saúde.

Quais os diferenciais das agulhas e das seringas de segurança?

Quando a NR-32 foi implementada, a estimativa era que a adoção de materiais perfurocortantes com dispositivos de segurança contribuísse para a redução de 60% a 80% dos acidentes causados pelo manuseio e descarte incorreto de agulhas e seringas sem proteção. Isso porque, esses produtos são equipados com tampas protetoras (nas agulhas) e sistema de retração (nas seringas) que evitam ao máximo o contato do profissional com a parte perfurante do material, assim como a sua reutilização.

Como saber se são realmente seguras?

Verifique se a seringa possui uma trava que impede a sua reutilização após a aplicação e se agulha é encoberta pela capa protetora de segurança integrada e inquebrável, que evita a exposição de profissionais de saúde a picadas acidentais.

Como funcionam as seringas e agulhas de segurança?

Assim como as seringas e agulhas tradicionais, o funcionamento desses materiais é extremamente simples. No caso das seringas, basta o profissional posicionar a mão e os dedos por trás da agulha, administrar a dose da medicação e puxar o êmbolo até o final para que a agulha se retraia para o corpo da seringa e seja desativada permanentemente. Já para usar as agulhas, é preciso somente encaixá-las em uma seringa, remover a embalagem, puxar a capa protetora de segurança e retirar a tampa protetora.

Como ativar o sistema de segurança desses materiais?

Para ativar o sistema de segurança das seringas, é preciso apenas administrar a dose de medicação até o final e depois puxar o êmbolo de volta para o fundo até ouvir um “clique”. A partir daí, a agulha ficará travada e o êmbolo será quebrado para impedir a reutilização do material.

A ativação da agulha de segurança também é muito simples. É necessário apenas pressioná-la para baixo contra uma superfície plana ou até mesmo usar o polegar e empurrar a capa protetora para frente da agulha até ouvir o som do “clique”.

Para quais finalidades elas podem ser utilizadas?

As agulhas e as seringas de segurança podem ser usadas para diversos tipos de aplicações, tais como insulina, medicação para alergia, tuberculina, imunização, medicina nuclear, intramuscular e intradérmica.

As agulhas de segurança servem para diferentes tipos de seringas?

Sim, o tamanho das agulhas de segurança é compatível com as seringas Luer Lock e Luer Slip. Vale ressaltar que é possível ativá-las com apenas uma das mãos.

As agulhas de segurança permitem injeção de baixo ângulo?

Permitem. O bisel da agulha de segurança é voltado para cima, fazendo com que a aplicação seja de baixo ângulo e mais confortável para profissionais e pacientes.

Levando em consideração essas respostas, fica evidente que a adoção de agulhas e seringas com dispositivos de segurança é a opção mais benéfica tanto para as instituições quanto para os profissionais da área de saúde. E se você ficou com alguma dúvida ou quer saber mais sobre esses equipamentos, conheça os produtos inovadores fornecidos pela Sol Millennium e entenda por que a empresa é referência global no mercado.

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